Passagens em rede : a dinamica das galerias comerciais e dos calcadoes nos centros de Juiz de Fora e de Buenos Aires
| Autor principal: | |
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| Otros Autores: | , , |
| Formato: | Libro |
| Lenguaje: | Portugu�s |
| Publicado: |
Juiz de Fora :
FUNALFA ; UFJF,
2011
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| Materias: | |
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Tabla de Contenidos:
- 1. Introducao. 1.1. Sobre o percuso metodologico
- 1.2. O centro da cidade como recorte espacial privilegiado para os estudos em Urbanismo e as passagens em rede comno objeto de estudo
- 2. Cidade e a metáfora da rede. 2.1. A rede como uma metafora
- 2.2. Redes de circulacao
- 2.3. A rede como um labirinto ou o estado labiríntico na cidade
- 2.4. Cidades complexas , redes emergentes
- 3. As galerias e o comércio nas cidades
- 3.1. As galerias europeias ou o advento do modelo da galeria
- 3.2. Da Europa à América: declínio, descaracterizacao e transposicao do modelo
- 3.3. Espacos para o comércio, tipologias capitalistas
- 3.3.1. As galerias como arquitetura comercial da vida moderna
- 3.3.2. Galerias e shopping centers: labirintos para o comércio
- 4. As passagens em rede nos centros de Juiz de Fora e de Buenos Aires. 4.1. Juiz de Fora
- 4.1.1. A formacao do centro de Juiz de Fora
- 4.1.2. Rua Halfeld, "a alma da cidade"
- 4.1.3 As galerias do centro de Juiz de Fora
- 4.1.3.1. Origens e formacao da rede
- 4.1.3.2. As galerias conectadas ao Calcadao da Rua Halfeld
- 4.2. Buenos Aires
- 4.2.2. Calle Florida, "a rainha das ruas portenhas", "a rua do pais"
- 4.2.3. As galerias do centro de Buenos Aires
- 4.2.3.1. Origens e formacao da rede
- 4.2.3.2 As galerias conectadas ao Calcadao da Rua Florida
- 4.3. Conexoes entre os centros de Juiz de Fora e de Buenos Aires
- 4.3.1. Os centros das cidades de Juiz de Fora e de Buenos Aires: lugares da festa urbana
- 4.3.2. Rua Halfeld e Calle Florida: nós e redes
- 4.3.3. A redes labirínticas de galerias comerciais dos centros de Juiz de Fora e de Buenos Aires
- 5. As galaerias comerciais e aq dinamica espaco-temporal nas cidades. 5.1. As galerias e suas relacoes com os elementos da sintaxe urbana
- 5.1.1. As galerias e os lotes: a agragacao de valor ao solo urbano
- 5.1.2. As galerias e as ruas: tecendo uma rede para os pedestres
- 5.1.3. As galerias e os quarteiroes: a permeabilidades dias quadras esponjosas
- 5.2. Passear, comprar, recrear, encontrar, ver e ser visto: as galerias e os usos
- 5.3. Limites borrados: as galerias e a questao do público e do privado
- 5.4. Para além das questoes entre o público e o privado, outras dialéticas: entre o interior e o exterior, a conexao e a ruptura , a articulacao e a fragmentacao, o corte e a costura
- 5.5. Conectando e desconectando: as galerias e o tempo nas cidades
- Centralidade e vitalidade como qualidades das redes de passagens dos centros de Juiz de Fora e de Buenos Aires. 6.1. Centralidade e vitalidade como qualidades urbanas
- 6.2. A localizacao central das galerias e a sua importancia para a manuntecao da centralidade urbana
- 6.3. Afinal, do que depende a vitalidade das galerias e como elas podem contribuir para a vitalidades urbana?
- 7. A dinamica da rede de galerias e calcadoes nos centros de Juiz de Fora e de Buenos Aires: à guisa de conclusao. 7.1. Principais consideracoes
- 7.2. Alcances e projecoes.